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5 de junho de 2009

Editorial

Jornalismo Moderno

O surgimento de novas áreas culturais foi um diferencial que inovou e ampliou o horizonte de oportunidades no que diz respeito à escrita. Um jornalismo baseado os mais diversos temas, propagado em veículos ainda mais heterogêneos e tudo isto aliado as mídias independentes acarretou o que hoje chamamos de jornalismo moderno.

A imprensa como bem sabemos sempre foi utilizada para manipular massas e difundir ideologias, grandes exemplos estão cravados na história. Tanto a atividade comercial quanto a imprensa sofriam mutuamente um crescimento significativo, que vinculado a esse jornalismo de interesses que muitas vezes estamos submetidos, vinha ocupando as páginas de jornal e revistas.

Mas principalmente desde que política e cultura se juntaram, não há uma identidade cultural da qual possamos nos inspirar. A atividade jornalística séria deu espaço a um ‘shownarlismo’ da qual predomina a atividade capitalista, afinal, há algum tempo que o consumo de notícias não é nossa cultura. Repensar o papel do jornalista como convergente nesse meio é de grande relevância para uma sociedade livre desses vícios.

Neste caso, as mídias independentes são umas das opções para aqueles que ainda desejam fazer matérias bem elaboradas e realistas, com a finalidade para a qual ela existe: informar. Certamente, cabe a nós estabelecer limites e discernir quando necessário onde começa e termina esses parâmetros, pois é a comunicação que torna uma coisa complexa e confusa em absolutamente universal.


24 de abril de 2009

Editorial

Educação

Embora hoje todas as camadas sociais possam usufruir da educação e informação por meio de centros culturais, comunitários, a própria escola e os meios tecnológicos, estamos diante de um quadro educativo que tem de ser melhorado e lapidado porque nosso atual sistema de ensino não foi capaz de erradicar um de seus principais problemas, a característica de o Brasil ser um grande país de analfabetos funcionais.


Segundo dados recentes do Instituto Paulo Montenegro (braço social do Ibope), no Brasil o analfabetismo funcional atinge cerca de 68% da população. Somados esses 68% de analfabetos funcionais com os 7% da população que é totalmente analfabeta, resulta que 75% da população não possui o domínio pleno da leitura, da escrita e das operações matemáticas, ou seja, apenas 1 de cada 4 brasileiros são plenamente alfabetizados. Podemos atribuir entre muitas hipóteses, que suas causas devem-se à baixa qualidade dos sistemas de ensino (tanto público, quanto privado), à desvalorização e desmotivação dos professores, à aprovação automática, e principalmente à falta do hábito e interesse de leitura do brasileiro.

Um jovem hoje leva em média mais de três anos para que tenha terminado o ensino médio, e ainda é pouca a parcela que realmente freqüenta as escolas com a finalidade do estudo. Dentro do contexto educacional contemporâneo, a formação continuada é saída possível para a melhoria da qualidade do ensino, por isso o profissional consciente deve saber que sua formação não termina na universidade. O que falta é formar (ou reformar) o formador para a modernidade e apresentar uma nova visão do que pode representar o ensino.

30 de março de 2009

Editorial

Postagens do Editorial

A REVOLUÇÃO DA INFORMAÇÃO DA INTERFERÊNCIA DA IGREJA NA IMPRENSA.

Olá, somos estudantes de jornalismo e através do nosso blog, AMPULHETA, vamos debater a história jornalística para interessados e afins.

Um dos conflitos mais famosos, polêmicos e duradouros da história, está em torno de até onde a igreja influência os meios de comunicação em massa. Ela que desde a sua existência mantinha consigo o poder necessário para impor suas idéias, diante da sociedade, perde a visibilidade e o controle daquilo que denominamos: a imprensa.

São muitos os questionamentos que podem ser feitos em torno da prática jornalística, como por exemplo, para que se lê um jornal? Temos certeza de que, grande parte dos leitores responderia se informar. Mais como se pode fazer isso, se a informação que consumimos é manipulada, fragmentada e principalmente camuflada pelas mídias que a difundem.

Com os textos propostos, queremos despertar em VOCÊ, a idéia do “pensar, antes de engolir”, e em como não só religião acaba interferindo em nossa visão de mundo.

Ser criterioso o suficiente para perceber que uma mídia só pode ser autônoma a partir do momento em que sua atuação não depende direta ou indiretamente de órgãos públicos, privados ou religiosos. Sua autonomia deve ser completa, para que o fato seja decorrido com a verdade.

De fato, o jornalismo tem espaço significativo na vida das pessoas e ocupa um papel relevante na imagem que elas constroem da realidade, e representa hoje uma das práticas mais debatidas no âmbito do que é comunicação.

Aqui, em nossos links ficarão todas as notícias, entrevistas, vídeos e qualquer informação importante para auxiliar em sua formação intelectual.

BOA LEITURA!!!

REDAÇÃO AMPULHETA