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8 de junho de 2009

Entrevistas

7 de junho de 2009

Indústria Cultural

A indústria cultural está presente na vida cotidiana da população e exerce uma forte influencia sobre ela. O seu caráter manipulador (e conservador) já foi denunciado inúmeras vezes. A visão ingênua da indústria cultural que a julga uma manifestação dos interesses do conjunto da sociedade, um produto dela e, por isso, um meio de comunicação que exerce uma ação benéfica sobre a população, reproduzindo o que ela quer ver, não se sustenta desde o surgimento das várias análises sobre a indústria cultural a partir da obra clássica de Adorno e Horkheimer (1986).

Mídia Independente

Mídia independente é o tipo de mídia que não está sob o controle de grandes grupos de comunicação, e que não está vinculada a compromissos com anunciantes, grupos políticos ou instituições governamentais. Ela vai em contra-mão a Mídia Corporativa (ou "Grande Mídia") que frequentemente distorce os fatos e apresentam uma visão de acordo com quem lhe paga mais. Em suma, é o tipo de publicação que não se presta necessariamente a propagar a ideologia dos grupos que dominam a ordem atual da sociedade.

Lula x Collor

Nesta eleição, tornou-se lugar comum dizer que Lula perdeu o segundo turno contra Collor devido a três “factóides” ( fatos artificialmente produzidos pela mídia): a entrevista da ex-namorada Mirian Cordeiro acusando Lula de incentivar o aborto da filha Lurian; as insinuações de que os seqüestradores do empresário Abílio Diniz tinham ligação com o PT; e a polêmica edição do último debate presidencial transmitido pelo Jornal Nacional.

Brasil 1999

Dentro de um contexto o Brasil no ano de 1999 sobre a presidência de Fernando Henrique Cardoso passava-se por uma longa crise envolvendo inflação, desemprego e privatizações estabelecidas dentro de uma sociedade.

O assunto foi repercutido na mídia onde muitos dos jornalistas presentes omitiram informações veiculando uma estabilidade econômica diferenciada da então realidade vivida.

25 de abril de 2009

Fala, povo!



As pessoas estão se informando cada vez mais pela internet. No Brasil, 64,71% das pessoas lêem jornais via web. Mas isso não significa que as pessoas pararam de ler jornal impresso.

Na Avenida Paulista, muitas pessoas lêem jornais impressos diariamente. Porém, eles também se informam pela internet. Na mesma Avenida existem vários pontos onde é possível encontrar bancas de jornal que vendem jornais - tanto nacional quanto internacional - revistas e até livros de diversos autores e tratando de diferentes assuntos.

Na Rua Marechal Deodoro, em São Bernardo do Campo, as pessoas lêem jornal, mas não com tanta freqüência como os freqüentadores da Paulista. Na própria Marechal não tem tantas bancas espalhadas pela rua e, as poucas encontradas, vendem revistas e jornais nacionais.

Tanto na Paulista quanto na Marechal as pessoas paravam para ler as manchetes dos jornais. Ao passar em frente às bancas, todos os entrevistados disseram que se informam pela Internet.

As pessoas estão usando cada vez mais a Internet para adquirir conhecimento. É cômodo para as pessoas se informarem através dela. É um meio rápido e fácil de adquirir informação.

Não importa qual o veículo que as pessoas utilizam para ter conhecimento, mas o brasileiro tem que se informar, de preferência por uma mídia escrita. Quando a pessoa lê, ela consegue interpretar mais facilmente outros textos e consegue articular melhor suas idéias. É importante que as pessoas comecem a ler mais, não somente pela Internet ou pelo jornal impresso, mas devem ler um pouco de tudo.

Entrevista Vera Masagão

Vera Masagão Ribeiro é doutora em Educação pela PUC de São Paulo. Coordenou diversas pesquisas sobre alfabetização de adultos e avaliações de programas educativos. É autora de livros e artigos especializados sobre o tema, assim como de manuais pedagógicos para educadores de adultos. Entre as suas publicações está o livro Letramento no Brasil , vencedor do Prêmio Jabuti em 2004 na categoria Educação.




entrevista por: Brunno Carvalho e Rafael Sicoli
audio e vídeo: Felipe Gonzalez

Juca Kfouri... Em breve

José Carlos Amaral Kfouri, ou simplesmente Juca Kfouri é um importante membro do jornalismo esportivo do Brasil. Conhecido não só por ser um jornalista esportivo, mas também pelos seus comentários sociais. Atualmente Juca trabalha na emissora ESPN e na rádio CBN.

Juca Kfouri nos concedeu uma entrevista rápida por estar atrasado para um compromisso e prometeu que nos concederá uma entrevista com mais calma em outra oportunidade. Assistam agora a entrevista feita no improviso e aguardem pela grande entrevista com Juca Kfouri.

entrevista por: Felipe Gonzalez

audio e vídeo: Brunno Carvalho

7 de abril de 2009

Entrevista J.Vasconcelos

Para finalizar o assunto Igreja e mídia, o Profº Vasconcelos nos concedeu uma entrevista sobre o tema.

Um pouco mais sobre o Profº

J. Vasconcelos é professor, filósofo, pesquisador e publicista; pós-graduado em Direito Constitucional, Socialismo e Democracia, em Hamburgo, Alemanha, com cursos na Sorbonne, Paris, sobre História Natural do Homem. Tem desenvolvido pesquisas sobre a produção de idéias em prosseguimento aos estudos de Locke e Stuart (obra: Como a mente humana produz idéias), promovido cursos e proferido palestras em universidades de todo o país. Democracia no terceiro milênio (Editora Nobel) é um de seus livros de maior destaque.
A Entrevista
1. A Igreja se utilizava da imprensa como meio de expressar suas idéias, o senhor acredita que o atual cenário mudou?

Não. A Igreja sempre quando pode se utiliza da imprensa para apregoar suas crenças. Aliás, a Igreja como mãe da Propaganda (Foi ela que a criou) segue o seu projeto. É fato que outras religiões têm usado mais intensamente a imprensa, através dos canais de televisão, de jornais próprios, etc.
2. Qual foi o principal papel do jornalismo de serviços para a sociedade ao longo da história?

O jornalismo de serviço tem sido muito útil aos cidadãos. Muitos foram os seus louváveis gestos, especialmente nos casos de tragédias sociais e ambientais. Difícil citar os mais importantes. Não me recordo no momento.
Todavia o jornalismo de serviço tem se circunscrito a casos de utilidade.
Acredito que o jornalismo de serviço poderia abranger uma função mais nobre e essencial à sociedade.
Seria aquele dedicado a informar diariamente aos cidadãos a gestão administrativa, legislativa e judiciária.
Os jornais deveriam dispor uma pagina inteira a informar aos cidadãos a cada dia sobre o andamento de obras em beneficio da sociedade. A imprensa assim prestaria um maior serviço do que dedicar pagina e mais paginas sobre crimes e futilidades.
Por exemplo: A página dedicaria campos ao transporte, à saúde, à segurança, ao ambiente, etc. Todo dia, o jornalismo de serviço informaria aos cidadãos, o andamento de obras do metrô, de saneamento, etc., mesmo que fosse para relatar que a escavação atingiu a rua tal; não importa, sempre relatar qualquer andamento de obras em beneficio da comunidade, e asim seguiria sobre plantação de arvores, equipamento em certo posto de saúde, etc.
3.O senhor acredita que os interesses comerciais influenciaram o papel do jornalismo durante a história? Se influenciou, cite um fato importante.

Sem dúvida.
Todavia precisamos diferenciar interesses comerciais privados e interesses comerciais públicos.
A influência dos interesses comerciais privados tem uma área restrita, abrangendo produtos e formas de consumo. Por exemplo, a indústria do fumo pode influir na permissibilidade do uso do cigarro em certos ambientes e o faz pela propaganda e outros meios, como doações a certos órgãos influentes na imprensa.
A influência dos interesses comerciais públicos é muito maior, atingindo uma multiplicidade de coisas, como leis, mercados, partidos políticos, etc.
Os veículos de comunicação dependem de patrocínios comerciais e estes podem provir de empresas e entidades estatais. Geralmente as empresas comerciais estatais são verdadeiros impérios, como o caso da Petrobras, o Banco do Brasil. Os patrocínios das mesmas são bastante pesados. O órgão de imprensa que se indispuser com o governo por causa de divulgação de noticias desfavoráveis pode perder tais patrocínios, significando prejuízos imensos e irreparáveis.
Isso equivale a dizer que a imprensa não é livre e fica à mercê do jogo que o governo fizer.
Na verdade, o uso de propaganda por estatais é desnecessário. Caberia apenas um jornalismo de serviço informando sobre utilidades e isto poderia ser feito sem características de propaganda.
4.Qual a mudança do jornalismo de serviços em uma época onde não havia liberdade de imprensa por exemplo durante o governo militar de 1964 a 1985 para hoje onde se há ao menos um suposto livre arbítrio de escrever?
Desconheço qualquer grande mudança a respeito.

30 de março de 2009

Entrevista


Entrevista - Prof. Dr. Sebastião Squirra



Sobre o entrevistado: Concluiu o doutorado em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo em 1992. Atualmente é Professor da Universidade Metodista de São Paulo. Publicou 6 livros , 7 capítulos de livros , 16 artigos em periódicos especializados. Participou de 7 eventos no exterior e 58 no Brasil. Orientou 14 dissertações de mestrado e 3 teses de doutorado, além de ter orientado 10 trabalhos de conclusão de curso, tendo interagido com 17 colaboradores em co-autorias de trabalhos científicos. Atua na área de Comunicação, com ênfase em Jornalismo Eletrônico. Sua produção científica, tecnológica e artístico-cultural focaliza principalmente: Comunicação eletrônica, Ciberespaço, Telejornalismo, Sociedade da Informação




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Entrevista - Pe. Hewaldo Trevisan



Desde o inicio a igreja se utiliza da imprensa para divulgação de seus eventos como forma de prestar serviços à sociedade, podemos citar como exemplo eventos paroquiais missas e notas de falecimento.
Atualmente a igreja está presente na mídia com estruturas monumentais de comunicação de massa. A evolução tecnológica acompanhou os interesses em expandir a doutrina religiosa para uma maior quantidade de fieis.
Para manter toda essa estrutura a igreja busca através da mídia vender seus produtos que vão desde velas estilizadas até versões de passagens bíblicas em ritmo sertanejo gravadas em rodeios.
Para sintetizar bem esse cenário o Ampulheta traz para você um dos percussores dessa igreja midiática o PE. Hewaldo Trevisan.




Sobre o entrevistado: Pe. Hewaldo Trevisan é pároco da igreja N. Sra de Fátima no bairro de Veleiros em São Paulo. Tem alguns trabalhos musicais gravados, destaque para seu ultimo cd que conta com a participação da dupla sertaneja Bruno e Marrone.

Atualmente tem um espaço na rádio Capital dentro do programa do Eli Corrêa que é o programa de maior audiência da rádio.